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Módulo 1 – Nossa relação com o dinheiro

1.1 Relacionamento com o dinheiro

Desde cedo, começamos a lidar com uma série de situações ligadas ao dinheiro. Para tirar melhor proveito do seu dinheiro, é muito importante saber como utilizá-lo da forma mais favorável a você. O aprendizado e a aplicação de conhecimentos práticos de educação financeira podem contribuir para melhorar a gestão de nossas finanças pessoais, tornando nossas vidas mais tranquilas e equilibradas sob o ponto de vista financeiro.

shutterstock_118114921-2Se pararmos para pensar, estamos sujeitos a um mundo financeiro muito mais complexo que o das gerações anteriores. No entanto, o nível de educação financeira da população não acompanhou esse aumento de complexidade. A ausência de educação financeira, aliada à facilidade de acesso ao crédito, tem levado muitas pessoas ao endividamento excessivo, privando-as de parte de sua renda em função do pagamento de prestações mensais que reduzem suas capacidades de consumir produtos que lhes trariam satisfação.

Infelizmente, não faz parte do cotidiano da maioria das pessoas buscar informações que as auxiliem na gestão de suas finanças. Para agravar essa situação, não há uma cultura coletiva, ou seja, uma preocupação da sociedade organizada em torno do tema. Nas escolas, pouco ou nada é falado sobre o assunto. As empresas, não compreendendo a importância de ter seus funcionários alfabetizados financeiramente, também não investem nessa área.

Similar problema é encontrado nas famílias, onde não há o hábito de reunir os membros para discutir e elaborar um orçamento familiar.

Igualmente entre os amigos, assuntos ligados à gestão financeira pessoal muitas vezes são considerados invasão de privacidade e pouco se conversa em torno do tema. Enfim, embora todos lidem diariamente com dinheiro, poucos se dedicam a gerir melhor seus recursos.

Talvez esse aparente desinteresse decorra do fato de acharmos que sabemos mais sobre o uso do dinheiro do que realmente sabemos, e isso pode trazer a falsa sensação de que dominamos os assuntos relacionados à gestão financeira. Pesquisas revelam que 3 em cada 4 famílias sentem alguma dificuldade para chegar ao fim do mês com seus rendimentos. E você, como lida com seu dinheiro? Quer aprender um pouco mais sobre como administrar melhor e mais eficientemente seus recursos financeiros?

1.2 Sonhos e projetos

A educação financeira pode trazer diversos benefícios, entre os quais, possibilitar o equilíbrio das finanças pessoais, preparar para o enfrentamento de imprevistos financeiros e para a aposentadoria, qualificar para o bom uso do sistema financeiro, reduzir a possibilidade de o indivíduo cair em fraudes, preparar o caminho para a realização de sonhos, enfim, tornar a vida melhor.

Entretanto, você pode se perguntar: e o sonho? O que o dinheiro tem a ver com meus sonhos?
O ser humano é movido pelos sonhos. São eles que trazem esperança e motivação para todos nós. São os nossos sonhos que norteiam nossos desejos e anseios pelo futuro. É por meio dos sonhos que visualizamos aonde queremos chegar.

É bem verdade que nem todos os sonhos envolvem necessariamente a utilização de recursos financeiros. Você pode sonhar com um mundo mais humano, pode almejar estreitar o seu relacionamento com sua família, sonhar em retomar uma velha amizade que se desgastou com o tempo. No entanto, existem sonhos que precisam de recursos financeiros para sua realização.

Por exemplo, levar um ente querido a um bom restaurante, fazer uma viagem, comprar um carro ou um imóvel, adquirir um computador ou um celular de última geração. A boa gestão financeira pessoal aumenta as chances de realização desse tipo de sonho, e a educação financeira pode colaborar com esse objetivo.

E por falar em sonhos, você já parou para pensar em quantos sonhos você possui? Mais que isso, você já pensou no que realmente você tem feito para realizá-los? Um problema que muitas pessoas enfrentam é não saber como transformar os sonhos em realidade. Ora porque falta uma visão clara do caminho a ser percorrido entre o sonho e a sua concretização, ora porque é necessário pensar no assunto e assumir uma posição ativa para transformar os sonhos em projetos.

Para melhor entender a diferença entre sonho e projeto, podemos assumir que o sonho é o desejo vivo, a aspiração, o anseio. Pode ser entendido como a ideia ou os objetivos que se quer alcançar. De outro modo, o projeto é o sonho colocado “no papel”, para que possamos visualizar melhor onde estamos em relação a nossas aspirações e quais os caminhos que devemos seguir para alcançá-las. O projeto implica um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo na direção do sonho ou dos objetivos que se quer concretizar. Como você pode ver, um é a complementação do outro.

Os projetos se caracterizam pelos seguintes aspectos:

(1) são temporários – têm início e fim definidos;
(2) são planejados, executados e controlados;
(3) geram produtos, serviços ou resultados exclusivos;
(4) são desenvolvidos em etapas que se sucedem em uma sequência progressiva;
(5) são realizados e gerenciados por pessoas; e
(6) são executados com recursos limitados.

Desse modo, o projeto é uma ação que viabiliza a realização dos sonhos, retirando-os do imaginário e trazendo-os ao mundo real.

Existem alguns passos simples que, uma vez seguidos, podem lhe ajudar a transformar, com facilidade, seus sonhos em projetos, aproximando-os de sua realização.

Primeiro passo – Saber, exatamente, aonde você quer chegar.

O sonho é abstrato. Então, para transformá-lo em projeto, você deve definir qual é exatamente o objeto do seu sonho. Por exemplo, você pode sonhar em ter um carro, mas isso é muito vago. Defina: qual é o carro que você quer? Quais os opcionais que você quer incluir? Ou, quem sabe, o seu sonho seja fazer uma viagem. Para realizar esse sonho, você precisa definir para onde você quer ir, por quanto tempo, em que tipo de hospedagem você pretende ficar etc.

Conseguiu entender?

Ao saber exatamente o que você quer, fica mais claro e mais fácil planejar como você poderá realizar o seu sonho.

Segundo passo – Estabelecer metas claras e objetivas para seu projeto

Este é o passo em que você irá detalhar como realizará o seu sonho. Procure planejar e descrever, de modo específico, as metas que você deverá alcançar para que seu sonho seja realizado.

Vamos trabalhar com um exemplo?

Suponha que o seu sonho seja comprar um carro zero quilômetro no valor de R$25 mil, daqui a dois anos. Uma boa alternativa talvez seja poupar todo mês R$ 1 mil para comprá-lo. Aplicando mensalmente esse valor em um investimento como a caderneta de poupança, cuja característica é de alta liquidez e segurança, em 23 meses você terá o dinheiro para comprar o carro à vista, considerada uma rentabilidade de 0,5% ao mês.

Com o estabelecimento de metas claras e objetivas, você é capaz de saber quando estará apto a realizar o seu sonho.

Terceiro passo – Internalizar a visão de futuro trazida pela perspectiva de realização do projeto

Para internalizar a visão de futuro trazida pela perspectiva de realizacão do projeto, você deverá pensar em tudo aquilo que a realização do sonho lhe trará de bom. Pense nos prazeres que você terá. Veja-se com o produto ou no lugar em que você sonha estar. Sinta-se com o sonho realizado. Essa atitude lhe dará motivação para seguir o caminho em busca da concretização do seu sonho.

Uma visão do futuro motivadora ajuda a superar os obstáculos para transformar seu sonho em realidade..eu.

Quarto passo – Estabelecer etapas intermediárias

shutterstock_4204282-2Cabe a cada um manter o controle da viabilidade de seus projetos. As etapas são momentos intermediários no percurso da caminhada e servem para verificar o percurso que você tem caminhado e, caso necessário, reavaliar e direcionar melhor o seu projeto em busca da realização do seu sonho. As situações podem se alterar ao longo do tempo, exigindo ou permitindo que você altere o percurso inicialmente pensado.

Por exemplo: podem surgir despesas inesperadas em sua vida; você pode receber um aumento; o preço do carro pode aumentar; enfim, diversas situações podem ocorrer durante esse intervalo, e cabe a você decidir sobre a necessidade ou a possibilidade de uma eventual alteração na quantia poupada a cada mês.

Ao estabelecer etapas intermediárias você pode, de tempos em tempos, reavaliar o seu projeto para que a realização do sonho continue sendo viável.

Último passo – Comemorar as etapas intermediárias da caminhada

Na vida real, um projeto pode levar um período de tempo longo para ser finalizado. Assim, até que se consigam os recursos econômicos para que o sonho seja realizado, existe a possibilidade de desânimo ou desvio do foco.

Também é possível, por uma razão ou outra, que não se queira mais dar continuidade aos planos iniciais. Por isso, é necessário estabelecer etapas intermediárias de comemoração.

Você pode, no caso do projeto de compra de um automóvel, estabelecer que a cada R$5 mil poupados, irá ao cinema com a família e fará um lanche em seguida; ou que alugará um carro, similar ou igual ao que deseja adquirir, para passear com a família por um dia.

Enfim, não importa como você irá comemorar, pode ser até algo que demande dinheiro, desde que não o desvie do foco principal do seu projeto.

O importante é verificar que você esta no caminho certo para realizar seu senho e comemorar. O importante é verificar que você está no caminho certo para realização do seu sonho. Seguindo esses passos, você pode aumentar bastante suas possibilidades de passar do posto de sonhador para o de realizador de sonhos.

1.3 Escolhas: equilíbrio entre emoção e razão

Você já deve ter notado que a realização de sonhos não acontece por acaso, mas é fruto de escolhas que fazemos para torná-los reais. A vida é feita de escolhas, sejam elas conscientes ou inconscientes. E mais, você já pensou que, pelo simples fato de não escolher, você já está fazendo uma escolha?

O ser humano é o único que tem a capacidade de não se valer apenas dos instintos e das emoções para direcionar as suas escolhas. No entanto, há momentos em que tomamos atitudes ou efetuamos escolhas com base exclusivamente nas emoções. Não se pode dizer que isso, princípio, seja bom ou ruim, mas, em regra, é importante cuidar para que nossas escolhas equilibrem emoção com razão.

Vivemos em uma sociedade voltada para o consumo. Somos diariamente bombardeados com propagandas e artifícios criados com a finalidade de despertar nossas emoções e criar necessidades por produtos e serviços que, por vezes, nem mesmo precisamos ou queremos para nós, mas que simplesmente passamos a desejar.

Entenda que não é errado você querer coisas que não sejam estritamente essenciais. É normal ter desejos e, dentro de suas posses, comprar produtos e serviços que satisfaçam esses desejos. Entretanto, é importante ter em mente que o consumo não pode ser movido apenas pela emoção, ou pior, pela emoção imposta por meio de propaganda ou de imposição social, como a necessidade de manter status e coisas do tipo.

Aliás, você já parou para pensar o que “manter o status” significa para você?

Muitas vezes, a pretexto de “manter o status”, as pessoas compram produtos de que não precisam, com dinheiro que não têm, para impressionar pessoas de quem não gostam – e, até para demonstrarem ser quem de fato não são.

Devido a todo o bombardeio que sofremos, estimulando nossas emoções para o consumo, devemos estar atentos e, em certos momentos, esforçar-nos para incluir a razão em nossas decisões financeiras, sempre lembrando que o objetivo não é excluir as emoções de nossas escolhas, mas apenas dar a elas o peso adequado.

No processo de escolha, a emoção e a razão funcionam como dois lados de uma balança que devem manter-se equilibrados. Depois de termos consciência da importância de fazer escolhas equilibradas, precisamos refletir sobre dois outros aspectos importantes: a troca intertemporal e a relação entre necessidade e desejo.

1.4 Troca intertemporal

Do ponto de vista financeiro, podemos falar que, se você gasta muito dinheiro no presente, poderá ter problemas no futuro, ou, de forma contrária, você pode gastar menos dinheiro hoje para ter mais dinheiro amanhã.

Podemos pensar nisso como uma escolha no tempo, daí o nome troca intertemporal. A expressão “troca intertemporal” está relacionada aos efeitos das escolhas que fazemos hoje (no presente ) sobre nossas vidas amanhã (no futuro).

Reflita sobre o que ocorre em cada parte do exemplo a seguir:

Suponha que você deseje comprar um produto de informática no valor de R$1.000,00 e você possui apenas R$600,00, ou seja, faltam R$400,00 para que você possa comprá-lo.

Você faz um estudo de seu orçamento para avaliar se é possível comprar esse produto e verifica que consegue poupar R$100,00 por mês. Seguindo esse planejamento, você levaria quatro meses para ter o dinheiro suficiente para adquirir o produto.

Mas se você quiser comprar o produto imediatamente, há uma forma de “manipular” o tempo e adquirir o produto antecipadamente. Você pode buscar dinheiro em outras fontes, tomar um empréstimo no valor de R$400,00 e, com isso, adquiri-lo hoje. Simples, não? Sim… quase…

A situação não é tão simples quanto parece porque, em geral, a antecipação de consumo traz consigo um custo chamado “pagamento de juros” sobre o valor emprestado que lhe permitiu adquirir o produto no presente. Nesse caso, como você antecipou o seu consumo, terá de pagar prestações de valor maior do que R$100,00 por mês ou pagar um número maior de prestações de R$100,00 do que pagaria se tivesse decidido poupar primeiro para depois comprar o produto.

Agora, imagine outra situação:

Você deseja comprar o mesmo produto que custa R$1.000,00, verifica a sua conta e percebe que possui toda essa quantia.

Nessa hipótese, você tem duas opções: comprar o produto hoje, gastando toda essa quantia, ou deixar para fazê-lo daqui a quatro meses.

Se você escolhe deixar para comprar o produto daqui a quatro meses, você pode colocar o seu dinheiro na poupança ou em outro investimento e passar a receber um prêmio por ter postergado o consumo. Ou seja, você poderá ser recompensado ao realizar uma troca intertemporal, abrindo mão de algo que poderia ter hoje. Daqui a quatro meses, você poderá comprar o produto e ainda lhe sobrará uma quantia. Nesse caso, a postergação do consumo traz consigo o recebimento de rendimentos.

Perceba que possuímos, basicamente, duas opções ao lidar com o consumo no tempo. Essa é a escolha fundamental quando o assunto é gestão financeira: temos a opção de usufruir agora pois, assumindo uma posição devedora, ou seja, pagando juros; ou podemos optar por pagar agora e usufruir depois e assumir uma posição credora, recebendo juros.

Atente para o fato de que não existe uma escolha correta ou errada.

O importante é levar em consideração, em cada situação, o fenômeno da troca intertemporal e verificar se a antecipação ou postergação do consumo será mais ou menos vantajosa, prestando sempre atenção aos juros que pagaremos ou aos rendimentos que poderemos receber, a depender de nossas escolhas.

1.5 Necessidade e desejo

Outro aspecto importante é, ao fazer escolhas, saber distinguir desejo de necessidade.

Pode-se definir necessidade como tudo aquilo de que precisamos, independentemente de nossos anseios. São coisas absolutamente indispensáveis para nossa vida. Por sua vez, os desejos podem ser definidos como tudo aquilo que queremos possuir ou usufruir, sendo essas coisas necessárias ou não.

Vamos exemplificar. Todo ser humano possui a necessidade de se alimentar. A alimentação é indispensável para a vida e independe da nossa vontade. Logo, alimentação é uma necessidade.

Agora, caso você queira fazer sua alimentação em um restaurante de luxo desfrutando de pratos finos, isso é um desejo. Sim, você está satisfazendo sua necessidade de alimento, mas a forma como almejou satisfazer tal necessidade foi um desejo.

Gerir nosso próprio dinheiro depende sempre de um pouco de técnica e de muito bom senso.

Assim, do mesmo modo como vimos anteriormente que nossas decisões devem ser baseadas tanto nas emoções quanto na razão, aqui também há de se ter bom senso. Nossos recursos financeiros devem satisfazer nossas necessidades, mas, na medida do possível, podemos atender nossos desejos. Os desejos não são ruins. Eles nos dão prazer e determinam aquilo que queremos para o nosso futuro. o nosso futuro. O problema surge apenas quando começamos a tratar os desejos como se fossem necessidades.

Caso comecemos a pensar assim, colocamo-nos em uma situação de difícil controle. Isso porque os desejos são ilimitados, porém os recursos são limitados. Ao tratarmos desejos como se fossem necessidades, é impossível alcançarmos uma boa saúde financeira e, até mesmo, podemos dar início a um processo de endividamento excessivo.

Ao lidar com seus recursos financeiros, procure ter sempre em mente que o dinheiro é um mero instrumento para atender a necessidades e desejos, realizando sonhos e, por isso, você deve saber administrá-lo bem.

Para transformar os seus sonhos em realidade, não fique apenas no plano das ideias. Traga seus sonhos para o mundo real, planejando como alcançá-los, ou seja, converta os seus sonhos em projetos. Tenha sempre em mente que a vida é feita de escolhas, e isso também é verdade em relação ao aspecto financeiro.

Conheça-se e procure basear suas escolhas equilibradamente nas emoções e na razão. Saiba identificar suas necessidades e desejos, pesando, quando for o caso, os custos e as recompensas da troca intertemporal (o peso da impaciência da posição devedora e a recompensa por saber esperar da posição credora).

Tendo esses ensinamentos em mente e, principalmente, colocando-os em prática, você já estará criando uma sólida base para erguer uma vida financeira pessoal saudável.

Ponha em prática

fiquedeolho• Eduque-se financeiramente. Não é porque lidamos com o dinheiro desde pequenos que não precisamos dedicar tempo a isso. É comum achar que sabemos mais sobre o uso do dinheiro do que realmente sabemos.

• Sonhe. É importante para sua vida. Mas tão importante quanto sonhar é realizar. Transforme os sonhos em projetos: saiba aonde quer chegar, internalize a visão de futuro, dimensione metas claras e objetivas, estabeleça etapas intermediárias, não se esqueça de compartilhar e comemorar cada etapa conquistada.

• Faça escolhas equilibradas. Razão e emoção fazem parte do nosso processo de escolha. Não seja excessivamente emocional, a fim de evitar as decisões impulsivas e momentâneas; tampouco seja demasiadamente racional a ponto de retirar o prazer de consumir.

• Leve em consideração o fenômeno da troca intertemporal quando fizer suas escolhas, avaliando o que é mais vantajoso para você: pagar antes (poupar) para consumir depois ou consumir antes e pagar mais caro depois.

• Necessidade é diferente de desejo. Saiba diferenciá-los. Tanto uma quanto o outro são importantes para nós. Confundir esses dois conceitos pode trazer sérios problemas financeiros.

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